7 de agosto de 2008

POR QUE FAÇO YOGA



Hoje tive a "verdadeira benção" de descobrir o Blog do Professor de YOGA César Quadros, de onde tirei um "trechinho" que explica exatamente PORQUE EU FAÇO YOGA :

No livro Meditação Andando, o monge vietnamita Thich Nhat Hanh sintetiza este pensamento. Um curioso perguntou a Buda:

- O que o senhor e seus discípulos praticam?
- Nós nos sentamos, nós andamos, nós comemos.
- Mas, senhor, qualquer um senta, anda, come.
- Quando nos sentamos, sabemos que estamos sentados. Quando andamos, sabemos que estamos andando. Quando comemos, sabemos que estamos comendo.

Thich Nhat Hanh explica que na maior parte do tempo estamos perdidos no passado, ou arrebatados pelo futuro.

"Quando estamos conscientes, intensamente em contato com o momento atual, aprofunda-se a nossa compreensão do que está acontecendo e começamos a ser preenchidos de aceitação, alegria, paz e amor".

É esta a sensação que eu tenho quando saio da Yoga : de que estou respirando, andando, conversando, comendo, e sentindo isso tudo de uma maneira muito profunda....

O trecho do Post do CÉSAR QUADROS ele tirou do livro YOGA, do Caco de Paula, e Márcia Bindo, que já estou louca pra ler....

Callllllllllllllllllllllllllllllllllma dona Mônica . Respire.

1 de agosto de 2008

MANIFESTO DO LIVRO NA MÃO




Estou participando de um movimento chamado LIVRO NA MÃO...Aqui está o manifesto para quem quiser participar...


"Ao sair de casa, perguntem-se: com que livro eu vou hoje? Nem que seja somente para fazer companhia. Para estar perto dele. Mas anseie por uma conseqüência. Provoque inveja. Abra-o em público. Levante a capa, para que o título apareça. Dê sorrisos. Suspiros. Na hora de pagar a conta no caixa, deixe ele por cima da mesinha, para que o cobrador e o que está atrás de você na fila vejam qual é. No metrô, tente ficar em pé, mais gente vai poder ler. Ande com ele. Deixe-o escorregar de vez em quando, vai chamar a atenção do mais desligado. Trombe com as pessoas. Ofereça, se alguém demonstrar interesse."


Quem quiser conhecer o Blog, entre em livronamao.blogspot.com


É muito versátil.

30 de julho de 2008

DIFERENÇA ENTRE RELIGIÃO E FÉ




“A religiosidade pode estar a serviço da doença, da neurose , da loucura, ou sei lá como chamar nossas carências, nossas fragilidades últimas. E isso não é necessariamente ruim. Passa a ser um mal quando ela vira uma espécie de muleta fixa, uma escora á qual nos agarramos para não ter que saber de nós, de nossas maldades, de nossos descaminhos, de nossos erros. Aí, enlouquecemos, saímos de nós. Ficamos fanáticos, achamos que só nosso grupo religioso é que presta, que os outros são ruins, falsos”

O texto da terapeuta Maria de Mello reflete o que se passa com muita gente, que coloca os dogmas acima de si mesmo...

Fiquem com DEUS ....

SOBRE A FÉ E A POESIA



Hoje , acordei inspirada nos pensamentos de RUBEM ALVES:


"Em vez de terapia de vidas passadas, prefiro a terapia das vidas que nunca aconteceram. A alma é literatura. Está cheia de estórias que nunca aconteceram. É dessas estórias que a alma se alimenta. "Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra..."


"Angelus Silesius, místico, disse que o olho através do qual Deus me vê é o mesmo olho através do qual eu o vejo. Quem tem olho mau vê um Deus mau. Quem é vingativo vê um Deus vingativo. Mas quem tem olho bom vê um Deus que é só beleza e bondade."


" A tradição cristã tem medo do prazer. Prazer é artifício do Diabo. Tanto assim que , para agradar a Deus, os fiéis se apressam a oferecer-lhes sofrimentos e renúncias, certos de que é o sofrimento dos homens que lhe causa prazer. Não tenho conhecimento de alguém , que , a fim de agradar a Deus, lhe tenha feito promessas de ouvir Mozart ou ler poesia "


É um bálsamo pra alma acordar e ler Rubem Alves...

27 de julho de 2008

ALIMENTAR A ALMA.....



Cada vez fico mais encantada com o nível dos Blogs femininos que tenho visto por aí...Hoje entrei em um chamado "BICHO DA SEDA"....Além dos trabalhos maravilhosos que a Ita Andrade faz, temos frases lindas e libertadoras, como :

"Se eu tiver que despertar para algo, prefiro que seja pelo canto de um pássaro do que por uma sirene. A sirene me faz pensar no lugar onde estou... O pássaro me fará lembrar pra onde quero ir..."

Mexeu comigo, viu,Ita ? Parabéns pelas pinturas...

http://www.ita-andrade.blogspot.com/

25 de julho de 2008

LIVROS DE MULHERZINHAS



Acho um absurdo livro ser algo tão caro. Eu, por exemplo que sou fascinada pelos livros divertidos e transformadores da MARIAN KEYES, tenho que fazer "Consórcio de Livros" para comprar. O primeiro , MELANCIA, peguei emprestado . O segundo, FÉRIAS, emprestei e nunca mais vi a cara dele, apesar de ter pedido várias vezes de volta....O último comprei,E AGORA OU NUNCA, pra mim o melhor de todos que lí, é de uma amiga minha....Na verdade na minha Biblioteca não tem nenhum livro dela.Preciso resolver isso.

Agora , o mais interessante é que MARIAN KEYES é uma ex-alcoolatra. Ou seja, tem uma grande história de superação pra contar.Leiam a história de VEJA.

Dez anos atrás, a irlandesa Marian Keyes estava no fundo do poço. Infeliz em sua profissão de advogada e malsucedida no amor, ela afogava as mágoas na bebida. Em depressão, tentou o suicídio ingerindo uma dose cavalar de calmantes. "Foi um período tenebroso. Mas aquele sofrimento teve alguma utilidade, pois se revelou uma inspiração preciosa", declarou ela anos mais tarde. E bota inspiração nisso. Enquanto se tratava numa clínica de reabilitação, Marian deu os primeiros passos numa atividade que faria dela uma das maiores fortunas da Irlanda: a de escritora de um gênero que os críticos rotulam de "literatura de mulherzinha". Assim como a inglesa Helen Fielding, criadora da personagem Bridget Jones e expoente mais conhecida do estilo, Marian alcançou o sucesso com romances que satirizam as inseguranças e desventuras da mulher moderna. Desde 1995, lançou seis títulos que venderam 6 milhões de exemplares. As mulheres de suas histórias são mais velhas e enfrentam carmas bem piores que os da abilolada Bridget Jones. Em Melancia, seu primeiro livro, que atingiu a vendagem de 50.000 cópias no Brasil, a mal-amada Claire cai na bebedeira depois de ser abandonada pelo marido no dia em que deu à luz sua primeira filha. No recém-lançado Férias! (tradução de Heloisa Maria Leal; Bertrand Brasil; 564 páginas; 49 reais), a protagonista é Rachel, uma das quatro irmãs daquela personagem – e dona de uma vida igualmente desestruturada.

Férias! é o livro mais autobiográfico da autora. Viciada em álcool e cocaína, Rachel abandona a rotina agitada em Nova York e volta para a casa da família católica, na Irlanda, depois de quase morrer de overdose de antidepressivos. É internada numa clínica de desintoxicação e, entre progressos e recaídas, aos poucos tenta reconstruir a vida e reconquistar o namorado que perdera por causa de seus porres. O texto de Marian contém os lugares-comuns típicos desse gênero de literatura. Mas, graças a seu humor, ela passa longe do tom boboca. Narradora da história, Rachel não perde uma chance de caçoar de seus próprios problemas. No final, recobra sua auto-estima e encontra a redenção pessoal. Exatamente como ocorreu com Marian Keyes. Rica e famosa aos 40 anos, a escritora conquistou algo com que suas personagens – e leitoras – sonham: um marido que se dedica à mulher em tempo integral. Tony, o executivo com quem se casou após largar a bebida (até então Marian só fisgava homens "lunáticos e autodestrutivos"), é quem administra sua agenda. "Sinto remorso por tê-lo feito abandonar a carreira para ser meu secretário. Mas Tony não reclama", brinca ela.

A DOÇURA DO MUNDO



“Tenho pena das pessoas que têm um restaurante favorito, mas não tem um autor ou livro favorito. Pois elas sabem onde alimentar seu corpo, mas matam de fome sua alma”.Esta frase é de um autor norte-americano chamado Jim Rohm, que descobrí através de outro autor, Raul Candeloro.

Pois eu já estou fazendo uma listinha "básica" dos livros que ainda vou ler.

O livro "A DOÇURA DO MUNDO" é um deles...

Já lí um outro livro da mesma autora, chamado "A DISTÂNCIA ENTRE NÓS", que devorei em meio fim-de-semana....A "DOÇURA DO MUNDO"

Após perder seu marido, Tehmina Sethna está emocionalmente fragilizada. Por isso, ela decide aceitar o convite de seu filho, Sorab, para passar um tempo com ele em Ohio, nos Estados Unidos. Lá, Sorab, um homem de 38 anos que fugira da Índia para mudar de vida, se casou com Susan. Os dois tiveram um filho, Cavas, e vivem uma vida perfeita ao estilo americano. O que parecia ser um recomeço, porém, deixa Tehmina numa situação delicada. Sem conseguir se adaptar à cultura ocidental, Tehmina sofre com a rejeição de sua nora e se sente sozinha no mundo, mesmo quando Sorab a convida para morar com ele. Ela tem que escolher entre a nova vida e o retorno à cidade de Bombaim, que cada vez mais lhe desperta saudades. É aí que Tehmina, ao ajudar dois meninos que moram na casa ao lado e são maltratados e negligenciados pela mãe, rompe, sem querer, as barreiras entre as duas culturas.

Alternando as visões de Tehmina e de Sorab, A doçura do mundo é um romance rico, que celebra a família e a vida em comunidade. Neste novo livro, Thrity Umrigar prova mais uma vez por que é considerada uma das escritoras mais sensíveis da atualidade.