"A vida constantemente nos oferece novos fundos, novos recursos, mesmo quando estamos reduzidos à imobilidade. No balanço da vida não existem coisas como ativos congelados"
Henry Miller
Escritor
No livro "SER COMO O RIO QUE FLUI" , de Paulo Coelho, ele conta que , numa matéria, perguntado sobre os seus escritores favoritos, cita Henry Miller, para total surpresa da repórter .
No final da entrevista, Paulo procurou saber por que a mulher tinha ficado tão surpresa com a resposta.
Embora Henry Miller não seja um escritor "politicamente correto" para algumas pessoas, Paulo o cita como alguém que abriu para ele "um mundo gigantesco". "Seus livros tem uma energia vital que raramente podemos encontrar na literatura contemporânea.
"Coincidentemente" no livrinho que comprei ontem havia uma frase do Henry Miller. Fiquei curiosíssima para ler e saber mais sobre este escritor.
Pois eu também me atrevo a dizer que , mesmo não sendo um escritor "politicamente correto" para alguns, para mim Paulo Coelho transmite uma "energia vital" nos seus livros. A mesma que talvez ele encontrasse nos livros do Henry Miller.
"SER COMO O RIO QUE FLUI", do Paulo Coelho é um livro de crônicas que são grandes lições para serem aproveitadas. Agora quero também conhecer melhor Henry Miller.
25 de maio de 2008
24 de maio de 2008
AS GRANDES LIÇÕES DA VIDA
Hoje vou falar de um livro que li muito transformador, chamado AS GRANDES LIÇÕES DA VIDA, da Editora Sextante, de Hall Hurban.
No Capítulo 7 , ele conta que fez um experimento muito legal com os alunos deles. Hurban pediu aos alunos que passassem as 24 horas seguintes sem reclamar. A primeira reação dos alunos foi
"reclamar" da tarefa. Superado este obstáculo da resistência inicial , os estudantes iam mudando de hábitos. Mas essa era apenas parte da tarefa. Na segunda parte, Hurban distribuía um papel aos alunos, onde se lia no alto:
COISAS : Eles tinham que escrever todas as coisas pelas quais eram gratos
PESSOAS : Todas as pessoas que eram importantes para eles
OUTROS : Dia de Sol, café gostoso, etc...
As colunas de COISAS E PESSOAS rapidamente eram preenchidas, mas onde estava escrito OUTROS levava mais tempo. Os alunos sempre questionavam :"O que o senhor quer dizer com isso ? Pode nos dar algumas idéias ?
Então, Hall pedia que cada um espontâneamente falasse das idéias que lhes ocorriam . Aí, a coluna dos OUTROS começava a ser preenchida com : LIBERDADE, OPORTUNIDADE, AMIZADE, AMOR, INTELIGÊNCIA, HABILIDADES, SAÚDE, TALENTO, PAZ, FÉ, DEUS.
Na terceira parte da tarefa os alunos tinham que ler a lista quatro vezes ao dia: quando acordava, depois do almoço, depois do jantar, antes de dormir. Uma "lavagem" e centrifugagem cerebral, na minha opinião. Mas que surtia um ótimo efeito : os alunos que entendiam a brincadeira chegavam mais proativos, com sorrisos mais longos e os corpos mais animados.
Lembro que comecei uma brincadeira assim quando li o livro "Pollyanna", aos 17 anos. Comecei a jogar o "jogo do contente" , comigo mesma, vendo o lado bom de cada coisa que me acontecia, e muitos hábitos mudaram para melhor. Com os hábitos transformados, minha vida começou também a mudar, lentamente, mas definitivamente....
Legal para refletir um pouco....
No Capítulo 7 , ele conta que fez um experimento muito legal com os alunos deles. Hurban pediu aos alunos que passassem as 24 horas seguintes sem reclamar. A primeira reação dos alunos foi
"reclamar" da tarefa. Superado este obstáculo da resistência inicial , os estudantes iam mudando de hábitos. Mas essa era apenas parte da tarefa. Na segunda parte, Hurban distribuía um papel aos alunos, onde se lia no alto:
AGRADEÇO POR
COISAS : Eles tinham que escrever todas as coisas pelas quais eram gratos
PESSOAS : Todas as pessoas que eram importantes para eles
OUTROS : Dia de Sol, café gostoso, etc...
As colunas de COISAS E PESSOAS rapidamente eram preenchidas, mas onde estava escrito OUTROS levava mais tempo. Os alunos sempre questionavam :"O que o senhor quer dizer com isso ? Pode nos dar algumas idéias ?
Então, Hall pedia que cada um espontâneamente falasse das idéias que lhes ocorriam . Aí, a coluna dos OUTROS começava a ser preenchida com : LIBERDADE, OPORTUNIDADE, AMIZADE, AMOR, INTELIGÊNCIA, HABILIDADES, SAÚDE, TALENTO, PAZ, FÉ, DEUS.
Na terceira parte da tarefa os alunos tinham que ler a lista quatro vezes ao dia: quando acordava, depois do almoço, depois do jantar, antes de dormir. Uma "lavagem" e centrifugagem cerebral, na minha opinião. Mas que surtia um ótimo efeito : os alunos que entendiam a brincadeira chegavam mais proativos, com sorrisos mais longos e os corpos mais animados.
Lembro que comecei uma brincadeira assim quando li o livro "Pollyanna", aos 17 anos. Comecei a jogar o "jogo do contente" , comigo mesma, vendo o lado bom de cada coisa que me acontecia, e muitos hábitos mudaram para melhor. Com os hábitos transformados, minha vida começou também a mudar, lentamente, mas definitivamente....
Legal para refletir um pouco....
3 de abril de 2008
MUDANDO CRENÇAS
MUDANDO CRENÇAS
Num desses meus dias de folga, pré-feriado, peguei para ler o livro “PROSPERIDADE PROFISSIONAL”,do Luiz Antônio Gasparetto ( aquele mesmo que apresenta o programa de TV ), que eu mesma havia dado de presente pro meu irmão no Natal passado . Para quem não me conhece AINDA , sou daquelas que adora dar livros de presente para as pessoas nos aniversários, e depois também adora pedir emprestado.
Com o livro em mãos, que eu também considerava “meu”, li um trecho que me marcou muito , pois fala sobre o trabalho. Caiu a ficha : Tenho tido crenças muito negativas em relação a palavra “trabalho” e tudo o que ela representa pra mim.
Mas vejam o trecho do livro : “Tudo na natureza trabalha. Os minerais, os átomos, as plantas, os astros, os animais. Basta apenas olhar em volta e ter um pingo de bom senso. Lembre-se que seu corpo também é um vivo exemplo de trabalho como lei natural. Ainda bem que o seu corpo não pensa como você, pois seria possível vê-lo reclamar e se martirizar por ter que respirar, fazer o sangue circular, etc....”
Aí, eu acabo completando :
Já pensou o seu fígado reclamando “puxa, já vem esse cara, bebendo de novo...” E os pés : “Credo, acabamos de chegar e ela já quer sair outra vez”....O Gasparetto, com seu jeito de quem não leva desaforo pra casa, acaba puxando a orelha do leitor, no caso eu, e de gente que reclama porque está trabalhando muito. “Só com as primeiras levas de imigrantes europeus é que começou a haver no Brasil uma mudança de mentalidade, e passou-se a aceitar a hipótese de que o branco pudesse trabalhar. Ate´ no final do século passado, neste país, era malvisto o branco trabalhar. Quem “devia” trabalhar eram os negros .
Dá pra entender agora por que cultivamos uma imagem tão negativa do trabalho ? A menos que você possa reconhecer as suas crenças e se reposicionar, vai continuar sendo vítima. Pois é você que dá força a essas idéias , e para se livrar desse sofrimento, só acabando com elas.”
É , mais uma coisa para aprender. Descobri que alimentava uma “crença negativa” inconscientemente. Todos os dias a “regava”, dizendo “ Não vejo a hora de me aposentar”....
A partir de hoje, to reformulando esta frase . Como diria de novo o nosso amigo Gasparetto, “Trabalho não é sobrevivência, e sim vivência” É preciso mudar nossas crenças.
Num desses meus dias de folga, pré-feriado, peguei para ler o livro “PROSPERIDADE PROFISSIONAL”,do Luiz Antônio Gasparetto ( aquele mesmo que apresenta o programa de TV ), que eu mesma havia dado de presente pro meu irmão no Natal passado . Para quem não me conhece AINDA , sou daquelas que adora dar livros de presente para as pessoas nos aniversários, e depois também adora pedir emprestado.
Com o livro em mãos, que eu também considerava “meu”, li um trecho que me marcou muito , pois fala sobre o trabalho. Caiu a ficha : Tenho tido crenças muito negativas em relação a palavra “trabalho” e tudo o que ela representa pra mim.
Mas vejam o trecho do livro : “Tudo na natureza trabalha. Os minerais, os átomos, as plantas, os astros, os animais. Basta apenas olhar em volta e ter um pingo de bom senso. Lembre-se que seu corpo também é um vivo exemplo de trabalho como lei natural. Ainda bem que o seu corpo não pensa como você, pois seria possível vê-lo reclamar e se martirizar por ter que respirar, fazer o sangue circular, etc....”
Aí, eu acabo completando :
Já pensou o seu fígado reclamando “puxa, já vem esse cara, bebendo de novo...” E os pés : “Credo, acabamos de chegar e ela já quer sair outra vez”....O Gasparetto, com seu jeito de quem não leva desaforo pra casa, acaba puxando a orelha do leitor, no caso eu, e de gente que reclama porque está trabalhando muito. “Só com as primeiras levas de imigrantes europeus é que começou a haver no Brasil uma mudança de mentalidade, e passou-se a aceitar a hipótese de que o branco pudesse trabalhar. Ate´ no final do século passado, neste país, era malvisto o branco trabalhar. Quem “devia” trabalhar eram os negros .
Dá pra entender agora por que cultivamos uma imagem tão negativa do trabalho ? A menos que você possa reconhecer as suas crenças e se reposicionar, vai continuar sendo vítima. Pois é você que dá força a essas idéias , e para se livrar desse sofrimento, só acabando com elas.”
É , mais uma coisa para aprender. Descobri que alimentava uma “crença negativa” inconscientemente. Todos os dias a “regava”, dizendo “ Não vejo a hora de me aposentar”....
A partir de hoje, to reformulando esta frase . Como diria de novo o nosso amigo Gasparetto, “Trabalho não é sobrevivência, e sim vivência” É preciso mudar nossas crenças.
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